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Comentário semanal de Carlos Zorrinho na Rádio Campanário – 10 janeiro 2023

Na revista de imprensa de hoje, 10 de janeiro, terça-feira, recebemos em antena o eurodeputado socialista Carlos Zorrinho, que se juntou a nós para comentar algumas das manchetes que abriram a agenda informativa de hoje.

Na ordem do dia estiveram: o líder do PCP lança desafio ao PS para uma alternativa patriótica de esquerda , as demissões no executivo em pouco mais de um ano e a situação da TAP

No que diz respeito ao primeiro tema, o Eurodeputado do PS começou por referir “os portugueses, duas vezes consecutivas , em eleições, abriram portas para um governo, usando a expressão do PCP, de maiorias patrióticas de esquerda e foi exatamente a esquerda, nomeadamente o PCP e o BE, que ao não aprovarem o orçamento para 2022, fez com que os portugueses tivessem pensado numa solução diferente, ou seja, uma maioria patriótica do PS.”

Questionado sobre o que, na sua opinião, alterou, Carlos Zorrinho realçou “esta não é a melhor altura para fazer futurologia política e é evidente que o PCP sobre a liderança de um novo líder, tem dado alguns novos passos, no regresso á realidade.”

No que diz respeito ao segundo tema, as demissões e substituições do governo, Carlos Zorrinho sublinha “a escolha do governo, é em primeiro lugar, opção do Primeiro Ministro e é a ele que lhe compete tomar as decisões.” Ainda assim acrescenta,”nestes casos há sempre duas opções: a primeira fazer uma mudança estrutural e a segunda optar por reparar os danos e continuar em frente.”

Para Carlos Zorrinho “grandes mudanças estruturais, num ano tão importante como 2023, têm vantagens mas demoram algum tempo” acrescentando ainda que a solução escolhida por António Costa “é uma solução que lhe permite a continuidade das políticas o que permitirá mais facilmente cumprir os objetivos de execução e de resposta às necessidades dos portugueses.”

Por último, e no que diz respeito à situação da TAP, Carlos Zorrinho entende que “quando estiverem criadas as condições para isso a TAP deve voltar ao mercado”. O nosso comentador explica ainda que a “a TAP foi nacionalizada para fazer face a uma situação colocada pelo Covid19 mas acho que, a seu tempo, deverá voltar ao mercado.”

No que diz respeito às responsabilidades da TAP no processo da Ex-Secretária de Estado Alexandra Reis, Carlos Zorrinho considera que “a informação é sempre útil “ acrescentando contudo, relativamente ao pedido de audição dos administradores da TAP efetuado pelo Chega “ que não queira apurar factos mas sim fazer chicana” sublinhando que os próprios estatutos da TAP criam “muitas dúvidas.”

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